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Dentro da Espiritualidade Cristã, 
a Espiritualidade Franciscana é a base que ilumina, orienta, conduz a vida e a missão da Congregação, desde sua origem.
 
Como Irmãs Franciscanas de Nossa 
Senhora Aparecida nos identificamos 
mais com as seguintes características:
                                                            

    


O Evangelho como Regra de Vida 

A Sagrada Escritura foi para Francisco a fonte alimentadora de sua vida e de sua conversão. Através das ‘divinas Palavras’, ele aprendeu a conhecer e perscrutar os mistérios de Cristo. Foi pelo Evangelho que Deus iluminou o caminho do jovem Francisco, manifestando-lhe seu projeto de amor. Bem no início de seu itinerário espiritual, ele fez a grande pergunta: “Senhor, que quereis que eu faça?”. E o Senhor lhe respondeu através do Evangelho no conhecido episódio da Porciúncula. Tomado de alegria e vibração, Francisco exclamou: “É isto que eu quero, é isto que eu procuro, é isto que eu desejo fazer do íntimo do coração”. 

Para Santa Clara também o Evangelho é regra de vida. Por isso, exortava suas seguidoras assumirem a radicalidade do mesmo: “observemos para sempre a santa pobreza e humildade de Nosso Senhor Jesus Cristo e de sua santíssima Mãe e o santo Evangelho que prometemos firmemente. Amém”.



A Contemplação

Jesus é o modelo de quem buscou viver em profundidade a relação de comunhão com o Pai. Impulsionado pelo Espírito, Ele buscava sintonia com sua vontade. A oração/contemplação era atitude habitual de Jesus. Jesus é modelo e objeto de nossa contemplação. 

Contemplar Jesus Cristo mereceu lugar central na vida de Francisco e Clara. Eles deixaram-se transformar, graças à contemplação no exercício diário e fiel, colocando a mente, a alma e o coração em Jesus Cristo. Ensinaram-nos a centrar afetivamente em Deus toda nossa capacidade de compreender, de amar e de viver. Esse modo de ser é um constante exercitar-se no amor:“Amarás ao Senhor teu Deus, de todo o coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento... Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. (Mt 22,37) 

Clara em suas cartas à Inês de Praga orienta como contemplar: “Ponha a mente no espelho da eternidade, coloque a alma no esplendor da glória. Ponha o coração na figura da substância divina, e transforme-se inteira, pela contemplação, na imagem da divindade”. “Olhe dentro desse espelho todos os dias ... e espelhe nele, sem cessar, o seu rosto... Pois, nesse espelho resplandecem a bem-aventurada pobreza, a santa humildade e a inefável caridade...”. (3 In 12-13) 

Contemplar é olhar para Deus com amor, e deixar-se olhar por Deus que nos envolve em seu amor.Francisco deixou-se olhar por Deus, manteve uma relação pessoal com Ele, com as irmãs e irmãos e com as criaturas, evitando a apropriação. Viu para além das aparências : “E assim como eles (apóstolos) com a visão do seu corpo só viam a carne dele, mas contemplando-o com olhos espirituais criam que ele é Deus, do mesmo modo também nós, vendo o pão e o vinho com os olhos do corpo, vejamos e creiamos firmemente que é vivo e verdadeiro o seu santíssimo corpo e sangue”.(Ad 1,20)



A Fraternidade 

Francisco não pensava em fundar uma Ordem, uma Fraternidade. Diante dos primeiros companheiros que lhe pediram para compartilhar de sua forma de vida, compreendeu que era o Senhor que lhe enviava irmãos. No fim da vida, ele assim se expressa no Testamento: “E depois que o Senhor me deu irmãos, ninguém me mostrou o que eu deveria fazer, mas o Altíssimo mesmo me revelou que eu deveria viver segundo a forma do Santo Evangelho”.(Test 4, 14) Francisco manifesta a iniciativa de Deus que lhe enviou irmãos, para viver em fraternidade. Soube intuir profundamente a novidade trazida por Cristo, isto é, que Deus é nosso Pai e que nós somos todos irmãos. 

Francisco escolheu por modelo a vida apostólica, ir pelo mundo, sem pão, sem bastão, sem teto, pregando o Evangelho com o testemunho e a palavra, em fraternidade, como irmãos. A caridade evangélica foi o primeiro vínculo importante que os mantinha unidos. 

Tanto Francisco como Clara queriam fazer da Fraternidade uma família, vinculada por um amor terno e concreto: “E mostrem por obras o amor que têm uns aos outros, como diz o apóstolo: Não amemos por palavra, nem com a língua, mas por obra e em verdade”. (RnB 11, 6) Eles dedicavam toda a sua solicitude e preocupação em manter o vínculo da unidade entre si, pois o mesmo Espírito os tinha reunido. 

A fraternidade franciscana abre necessariamente à fraternidade universal. Essa experiência feita por Francisco o levou a sentir-se irmão de todas as criaturas pois provém do mesmo Pai. Por isso, chama de irmão e irmã todas as criaturas, tendo por elas uma atitude de profundo respeito, responsabilidade e cuidado. Vê a criação como espelho em que se reflete a bondade, a grandeza e a beleza do Criador. A reconciliação universal com a natureza é indispensável e urgente. 


A Minoridade 

A minoridade caracteriza e qualifica a vida em fraternidade. Fundamenta-se na maneira de ser do próprio Deus, manifestada na pessoa de Jesus Cristo. "Ele tinha condição divina e não considerou o ser igual a Deus como algo a que se apegar ciosamente. Mas esvaziou-se a si mesmo, e assumiu a condição de servo... humilhou-se e foi obediente até a morte, e morte de cruz!”. 

Cristo assumindo a natureza humana, fez-se pobre, humilde, despojado, o ‘menor’, e ensinou a seus discípulos esse modo de ser. Traduziu em gestos concretos o lava-pés, muito contemplado por Francisco. 

Envolvido pela contemplação do despojamento do Filho de Deus, particularmente no Presépio, na Eucaristia e na Cruz, Francisco propõe-se a segui-lo com radicalidade. Assumiu como sua e transmitiu a seus irmãos uma maneira própria de viver o Evangelho, seguindo o Cristo pobre, humilde e crucificado. (Cf. CC 3) 

Importante é observar que a minoridade na vida franciscana, desde sua origem, é algo concreto, prático, palpável, percebido de modo especial na convivência fraterna e no serviço:“Na caridade, que é o próprio Deus, esforcem-se todos os irmãos e irmãs para humilhar-se em tudo, seja orando, seja servindo ou seja trabalhando...” .(TOR 31) 



Vida Apostólica

Jesus Cristo, o enviado do Pai, na concretização de seu plano de salvação, tem este projeto de vida: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. Após longo tempo de convivência e preparação, Jesus enviou os Apóstolos a evangelizar: “Ide por todo o mundo, proclamai o Evangelho a toda criatura”. 

A forma como Francisco iria exercer a missão lhe foi revelada mais tarde, na Porciúncula, quando escutou o Evangelho em que o Senhor envia os Apóstolos em missão. Na alegria de ter encontrado a resposta do que buscava, exclama: “É isto que eu quero, isto que procuro, é isto que eu desejo fazer do íntimo do coração. A partir de então, com grande fervor de espírito e alegria da alma começou a pregar a todos a penitência, edificando os ouvintes com palavras simples, mas com o coração nobre. A palavra dele era como fogo ardente que penetrava o mais íntimo do coração e enchia as mentes de todos de admiração” .(1Cel 22,3) 

Aos poucos, outras pessoas deixaram-se tocar por esse jeito de viver, de pregar e juntaram-se a Francisco. Aumentando consideravelmente o número de seguidores, Francisco escreveu para si e seus irmãos uma Forma de Vida, e o Papa Inocêncio III a aprovou. 




 
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